Balança comercial registra superávit de US$ 1,506 bilhão na terceira semana de setembro
21 de Setembro de 2020

No período de cinco dias úteis, corrente de comércio foi de US$ 7,208 bilhões

 

A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 1,506 bilhão e corrente de comércio de US$ 7,208 bilhões, na terceira semana de setembro de 2020 – com cinco dias úteis –, como resultado de exportações no valor de US$ 4,357 bilhões e importações de US$ 2,851 bilhões. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (21/9), pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia.

No ano, as exportações totalizam US$ 150,717 bilhões e as importações, US$ 109,642 bilhões, com saldo positivo de US$ 41,075 bilhões e corrente de comércio de US$ 260,359 bilhões.

Confira os dados completos da balança comercial

Análise do mês
Nas exportações, comparadas a média diária até a terceira semana de setembro de 2020 (US$ 953,57 milhões) com a de setembro de 2019 (US$ 966,59 milhões), houve queda de -1,3%, em razão da diminuição das vendas com produtos da Indústria de Transformação (-14,3%). Por outro lado, houve aumento nas vendas em Agropecuária (8,4%) e na Indústria Extrativa (28,0%).

A queda nas exportações foi puxada, principalmente, pela diminuição nas vendas dos seguintes produtos da Indústria de Transformação: Plataformas, embarcações e outras estruturas flutuantes ( -99,7%); Óleos combustíveis de petróleo ou de minerais betuminosos, exceto óleos brutos, ( -62,0%); Tabaco, descaulificado ou desnervado ( -56,4%); Obras de ferro ou aço e outros artigos de metais comuns ( -64,2%) e Carnes de aves e suas miudezas comestíveis, frescas, refrigeradas ou congeladas ( -15,7%).

Nas importações, a média diária até a terceira semana de setembro de 2020 (US$ 584,79 milhões) ficou -25,6% abaixo da média de setembro do ano passado (US$ 785,48 milhões). Nesse comparativo, caíram os gastos, principalmente, com produtos da Indústria de Transformação (-25,6%) e com a Indústria Extrativa(-37,4%). Já em relação à Agropecuária houve aumento de gastos (0,1%).

A queda das importações foi puxada, principalmente, pela diminuição dos gastos com os seguintes produtos da Indústria de Transformação: Plataformas, embarcações e outras estruturas flutuantes ( -98,3%); Óleos combustíveis de petróleo ou de minerais betuminosos, exceto óleos brutos ( -55,7% ); Obras de ferro ou aço e outros artigos de metais comuns ( -72,1%); Adubos ou fertilizantes químicos, exceto fertilizantes brutos ( -20,0% ) e Partes e acessórios dos veículos automotivos ( -46,1%). Já em relação à Indústria Extrativista, a queda das importações se deve pela diminuição dos gastos com os seguintes produtos Óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos, crus ( -70,4%); Carvão, mesmo em pó, mas não aglomerado ( -20,9%); Gás natural, liquefeito ou não ( -20,4%); Outros minérios e concentrados dos metais de base ( -59,9%) e Outros minerais em bruto ( -18,7%).

Ministério da Economia